Caminho do Itupava – 1

Fizemos o Caminho do Itupava.

Saímos mais tarde que o previsto:

Tínhamos programado para começar o caminho às 14hrs de sábado. No máximo às 15hrs. Acabamos chegando no Posto de Identificação do IAP, Borda do Campo, às 16hrs, Tia Mirian nos levou de Van até lá. Nos identificamos: Werlly como guia e responsável pelo grupo, Aline, Priscila Rangel, Rosane, Hallan, Leonardo, Luiz e Priscila (eu). Wer e eu ganhamos 2 potinhos de filme fotográfico para as bitucas de cigarro…

Tiramos a foto básica do ponto de partida e entramos na trilha.

Tínhamos um par de rádio comunicador e, como a linha de frente tinha um ritmo diferente da retaguarda, Wer ficou na frente com um dos rádios e Nine, que fechava a traseira do grupo, com o outro.

Subimos… subimos… subimos… e subimos mais… paramos para juntar o grupo no fim da subida. Pri passou pelo rádio que tiveram que parar no meio da subida porque a Nine passou mal (ela tem asma… bronquite… alguma coisa desse tipo..heheh).

Regularizada a situação, seguimos em frente.

Desce… desce… sobe… sobe… sobe… sobe… mais parada pra juntar o grupo, e desce.. desce.. desce… desce..

Logo anoiteceu. Quando não conseguíamos mais enxergar onde pisávamos tivemos que ligar as lanternas.

Depois de muitos escorregões, alguns tombos, tornozelos virados, muitas subidas e descidas, chegamos na casa velha do Ipiranga: toda depredada… que dó. Paramos para fotos.

Subimos até o trilho do trêm e nosso guia, que há muito tempo não fazia a trilha, não tinha certeza se deveríamos pegar à esquerda ou direita no trilho (em frente seguia o caminho do Itupava, mas estávamos procurando o Véu da Noiva pra poder montar o acampamento).

Resolvemos pegar à esquerda, seguindo o barulho de água que estávamos escutando. E andamos… andamos… andamos… e NADA!!! Resolvemos voltar até a saída da casa. Werlly e eu deixamos as mochilas e o restante do grupo sentados ao lado do caminho e seguimos para o outro lado.

 Andamos um pouco no trilho e achamos o Véu. Voltamos pegar o grupo e fomos em direção a onde seria nosso repouso da noite.

Descemos uma escada de concreto e chegamos em uma ponte feita de 4 trilhos, com 18 metros de extensão, que passava acima do rio. Era pra ter um cabo de aço como corremão… mas não tinha nada. A Ro com medo de água e a Pri com medo de água e altura.

Escuro. Muito escuro. Só o som da água caindo sobre as pedras. Medo. Eu e Wer atravessamos a ponte, deixamos as mochilas do outro lado, e começamos a atravessar o pessoal. A Ro, os meninos, a Nine e a Pri. Todos vencemos a ponte.

Achamos nosso cantinho pra acampar. Estava começando a garoar… Wer e eu fomos atrás de lenha pra fazer fogo. Wer caiu no meio da descida no mato, dei risada… uns 3 passos… e fui pro chão… levantei… dei mais uns 2 e caí denovo… Aqui se faz, aqui se paga. Rsssss

Resumindo o acampamento: fizemos fogo, armamos as barracas, jantamos (ualll!!!!), tomamos café e nos recolhemos pra descansar.

Noite longa: barulho da cachoeira, e de uma em uma hora o trêm.

De manhã tomamos café, arrumamos as coisas e seguimos em frente na trilha (depois de uma meia hora tentando resolver se voltaríamos ou seguiríamos).

Subidas, descidas… descidas… descidas… muita descida!!! “Se meus joelho não doessem mais!!!!” Muito liso nas pedras… muitos escorregões e mais alguns tombos.. Muitas paradas pra juntar o grupo.

Santuário Nossa Senhora do Cadeado…

Desce, desce, desce, desce…No fim da trilha (achamos que estava no fim…) uma estrada: “Você não sabe o quanto eu caminhei… pra chegar até aqui!!! Percorri milhas e milhas…”

“Nesta longa estrada da vida, vou correndo não posso parar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”

Aff… e que longa estrada!!! Comprida!!!!!!!!!!!!!! Nunca mais acabava… Resumindo aqui (ao meu modo de ver a aventura), terminamos tudo em x-salada, pastel, café e uma merecida Coca-cola!!!

*Ahhh… não esquecendo de citar aqui que ontem nosso grupo aumentou com mais dois integrantes: Mariana e Thiago, que nos acompanharam nas subidas, descidas, paradas, x-salada e coca-cola, até na Van da Tia Mirian que foi nos buscar!!!!

E que seja a primeira de muitas trilhas, caminhos, aventuras.

Valeu a pena… Eê!! Valeu a pena… eê…

6 Respostas

  1. Realmente, valeu a pena!!
    A Pri fez uma descrição completa da aventura, mas o que sentimos e passamos ao fazer a trilha, isso sim é indescritível!
    Adorei a trilha sonora durante o relato… Faltou aquela dos Raimundos “andar na pedra moleque, em cima pedra… e caminha pra uma trilha que leva pra outra trilha… elá você vai ver a queda dágua”
    E hoje pedalamos né??

    ME LIVRE DESTA VIDA SEDENTÁRIAAA!!

    Beijos Pri

    Ass: Ota

  2. Pri do céu, tamos quebrados até hj…
    Tudo dói…como diria a Aline: “Descobri que tenho musculo até onde nunca imaginei”…hehehehe
    Mas foi maravilhoso!!! Amamos conhecer vcs!!!
    Com certeza faremos outras…
    Milhoes de Bjossssss

  3. MEU DEUS!!!
    Caminho Lindo, árvores lindas, água linda.. E EU MORRENDO NO MEIO DISSO TUDO!!! Pode?
    Preciso dar um jeito na vida.. pra aproveitar mto mais da próxima vez né!!!
    ADOREI.. abrigada pelo convite! Foi T…!!!

  4. ngm me convida pras aventuras!

    =(

  5. mas tb deve te mto bicho no meio do mato..
    axo q eu nem iria..
    dexa o espirito aventureiro c vcss!!
    hsuahsuahsa
    bjoo ti amooo Priiiii …. guiça
    hsuahsuahsaushaushuahsaushauhsuahsa

  6. DETALHE: vcs não acamparam no véu, e sim no roda dagua…. que fica pra direita….

    o véu (estação e represa) fica uns 20 min. indo ~à esquerda nos trilhos….logo depois de passar uma ponte do trem….

Deixe um comentário