Acidente com Airbus da Air France completa um mês sem nenhuma conclusão sobre causa

O acidente com o Airbus 330 da companhia Air France completa um mês sem qualquer conclusão sobre o que levou a aeronave com 228 pessoas a bordo a cair no oceano Atlântico e sem qualquer vestígio das caixas-pretas. As buscas brasileiras foram encerradas e o prazo para que as caixas-pretas emitam sinais acabaria na terça (30). Sem os dados da gravação no cockpit as causa do acidente podem ficar desconhecidas para sempre.

AP

  • Pai de Nelson Marinho segura foto do filho com a família. Vítima do acidente era engenheiro especializado em mecânica de engrenagens

Muitas hipóteses foram levantadas: falha humana, falha elétrica, falha nos indicadores de altitude e velocidade (congelamento dos tubos de pitot) das aeronaves, tempestades e nuvens gigantes e até deslocamento de carga. Mas, na opinião do especialista em segurança de voo Roberto Peterka, “com as informações que temos hoje, não dá para afirmar nada, não dá para descartar ou aceitar qualquer hipótese, porque todas elas são válidas”.

“Provavelmente foi uma associação de eventos. Um conjunto de fatores abruptos e graves. Presumo que os tripulantes não tiveram tempo de resolver os problemas, que foram se acumulando e crescendo de forma muito rápida”, analisa.

Peterka diz que a possibilidade de uma falha humana também deve ser sempre considerada, mas que ela pode ter acontecido em qualquer ponto, do treinamento à manutenção. Segundo ele, é importante saber quem estava no controle da aeronave na hora do acidente, se era o copiloto ou o comandante, porque pode ter havido um erro de cálculo no desvio da rota ou um erro na hora de mexer nos radares.

O comandante Carlos Camacho, diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), concorda e diz que a falta de experiência pode ter levado à queda. “O clima era atípico, mas a outra aeronave que vinha na mesma rota, logo atrás, desviou e seguiu viagem sem problemas. Não sabemos quantos graus o avião desviou, mas pode ter havido um erro de cálculo”, ressalta. Ele defende que o treinamento dos pilotos deve ser melhorado e intensificado e situações adversas devem ser mais trabalhadas nos simuladores de voo.

APAirbus A330-200 saiu do Rio de Janeiro com destino a Paris

Além do voo AF 447, que sofreu o acidente, passou pela mesma rota, 20 minutos depois, o voo AF 459 (São Paulo-Paris). Em entrevista ao jornal francês “Le Figaro”, o comandante de voo do 459 explica que, ao entrar na chamada Zona de Convergência Intertropical, aumentou a sensibilidade do radar da aeronave, o que deixa as leituras sobre as nuvens mais confiáveis. “Essa manipulação nos permitiu evitar uma grande massa de nuvens que não poderíamos ter identificado com o radar em modo automático”, diz.

Um dos copilotos acrescenta que “essa massa nebulosa era difícil de detectar, porque não havia raios”, mas a informação do radar fez com que a equipe decidisse contornar a região com um desvio de 126 quilômetros. Segundo o comandante, “nem todos fazem tal manobra”.

O comandante de bordo afirma ainda que não houve nenhum contato por rádio com o voo AF 447. “Tentamos em vão contato pela frequência de emergência, mas não nos preocupamos muito com isso. Sempre pode acontecer problemas com o rádio de um avião. Esperávamos que um outro avião mais próximo conseguisse contato”, conta.

Camacho explica que a região do acidente é sabidamente uma “zona negra”, ou seja, existe ali uma espécie de ponto cego no espaço aéreo, que faz com que haja uma falha de comunicação do sistema de rádio, o que deixa a torre e as aeronaves sem comunicação.

“Todo mundo sabe e todo mundo voa por ali normalmente. É uma região que nenhum radar detecta. E isso pode ter colaborado para o acidente”, afirma, ressaltando que o quadro deve ser revertido com a adoção do Automatic Dependent Surveillance-Broadcast (ADS-B) pelo Brasil, novo sistema que vai mapear o espaço aéreo por satélite e monitorar a posição exata dos aviões. “Aí sim o controle do tráfego será seguro e o espaço aéreo estará 100% coberto”, diz.

Petarka diz que os radares realmente não alcançam aquela região, mas isso não chega a afetar a comunicação e não deve ter influenciado no acidente.

A queda do avião levou a Air France a trocar os sensores externos por modelos de nova geração em todas as suas aeronaves. Já a Airbus atualizou o manual para os pilotos e divulgou novos procedimentos no caso de discrepâncias de velocidade.

Na opinião de Peterka, a principal consequência do acidente na aviação mundial, nesse momento, é o fato de mais de 300 aviões Airbus estarem em pleno funcionamento sem que ninguém sabia com certeza se a queda não foi provocada por um problema técnico.

Michael Jackson vende mais que Elvis e Lennon após suas mortes

 

Londres, 1 jul (EFE).- A venda de álbuns de Michael Jackson desde sua inesperada morte, na quinta-feira passada, supera a de Elvis Presley e John Lennon após suas mortes também repentinas, disse a cadeia de lojas britânica HMV.

Segundo Simon Fox, diretor-executivo da companhia, desde a trágica morte, as vendas de discos do “rei do pop” se multiplicaram por 80. Em vida, Michael vendeu mais de 750 milhões de álbuns.

A HMV, que tinha garantido um grande estoque de álbuns do cantor por causa da série de 50 apresentações que ele faria em Londres a partir de julho, vendeu todos os discos que tinha e agora espera por um novo fornecimento da Sony Music.

O álbum mais procurado pelos fãs é a coletânea “Number Ones”, seguida de “Thriller”, de 1983, que muitos consideram seu melhor disco e que é o mais vendido na história da música pop.

O terceiro disco mais vendido nos últimos dias é a também coletânea “King of Pop”, lançado em agosto do ano passado por ocasião do 50º aniversário do cantor.

Para refletir…

A Pedra

O distraído nela tropeçou

O Bruto a usou como projétil

O Empreendedor usando-a construiu

O Camponês cansado da lida, dela fez assento

Para o menino foi brinquedo

Drummond a poetizou

Davi matou Golias

Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura

E em todos esses casos, a diferença não esteve na “Pedra”, mas no homem.

Reflita: Não existe “pedra “no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio conhecimento.

Gestalt no Design

O que é Gestalt?

Segundo o Cort-9 é a integração de partes em oposição a soma do “todo”.
Em Design: “boa forma”

Teoria:

-Segundo pesquisas fenômenos da observação.
*O que acontece no cérebro não é idêntico ao que acontece naa retina.
Não vemos partes isoladas nas relações (uma parte na dependência da outra).
Nossa percepção é resutlado de uma sensação global.
As partes são inseparáveis do todo e são outra coisa que não elas mesmas, fora deste todo.

Toda forma psicologicamente recebida está estreitamente relacionada com as forças integradoras do processo fisiológico cerebral.
Para explicar a origem dessas forças integradoras a Gestalt atribuiu ao sistema nervoso central um dinamisno auto-regulador que, a procura de sua própria estabilidade tende a organizar as formas em todos os coerentes e unificados – isto é espontâneo – não arbitrários. Independe de nossa vontade e de qualquer aprendizado.

Design Gráfico na Pré-História

O Design gráfico pré-histórico foi a produção cultural dos homens da Pré-História diretamente ligada à comunicação visual.

O termo Pré-História é uma forma simplificada de se referir à história anterior à escrita. O design pré-histórico faz parte da arte pré-histórica, com uma abordagem às vezes diferente. Philip Meggs coloca a questão dessa forma no A History of Graphic Design: “Esse não foi o começo das belas artes como nós conheçemos. Pelo contrário, foi o nascimento da comunicação visual, porque esses desenhos primitivos (…) foram criados com um sentido utilitário e ritualístico.”

A Pré-História é um momento essencial no desenvolvimento da comunicação visual. As primeiras representações visuais vão desde as formas mais simples como a marca de uma mão em uma parede até cenas bastante precisas de caçadas, como nas pinturas rupestres. Muito da comunicação visual pré-histórica têm uma função mágico-religiosa.

Há quem diga que estas pinturas rupestres estariam ligadas à pré-história da História em Quadrinhos e da ilustração, porém tanto ilustração como quadrinhos são formas de comunicação visual com linhas históricas próprias.

Os primeiros mapas foram criados milênios antes da escrita. Os mapas mais antigos que se conhecem foram encontrados na antiquíssima cidade de Çatal Hüyük, na Turquia, e datam de cerca de 6200 a.C., estando pintados numa parede.

As representações simbólicas figurativas serão a base para o desenvolvimento da escrita.

Design gráfico

Entendamos o Design Gráfico como uma forma de comunicar visualmente um conceito, uma idéia, através de técnicas formais, intrinsecamente ligadas a referências básicas da Psicologia e Percepção visual. Podemos ainda considerá-lo como um meio de estruturar e dar forma à comunicação impressa, em que, no geral, se trabalha o relacionamento entre ‘imagem’ e texto.

Trata-se de uma profissão levada a cabo pelo Designer Visual especializado em design gráfico, que estende a sua área de ação aos diversos meios impressos de comunicação, resultando, mais concretamente, nas seguintes aplicações:

- Identidade corporativa (Branding);
- Design de embalagem (ou Packaging Design);
- Design editorial;
- Sinalética (ou Sinalização);
- Tipografia;

Um Designer Gráfico é, convenientemente, um conhecedor e utilizador das mais variadas técnicas e ferramentas de desenho, mas não só. O Designer Gráfico tem como principal moeda de troca a habilidade para aliar a sua capacidade técnica à crítica e ao repertório conceitual, sendo fornecedor de matéria-prima intelectual, baseada numa extensa cultura visual, social e psicológica. Não é apenas um mero executante, mas sim um condutor criativo que tem em vista um objectivo comunicacional.

História do design gráfico

Página do Livro de Kells: Folio 114v, texto decorado

O design gráfico é uma atividade que tem suas origens na pré-história com as primeiras pinturas em cavernas, como as de Lascaux e se estendem através do tempo até as luzes de neon de Ginza. Desde a história antiga até os tempos recentes da explosão da comunicação visual do século XXI, não há uma distinção clara das definições de propaganda, design gráfico e arte refinada. Afinal de contas, eles compartilham muitos dos mesmos elementos, teorias, princípios, práticas e linguagens. Na propaganda, o objetivo final é a venda de bens e serviços. No design gráfico, “a essência é dar ordem às informações, formas às idéias, expressões e sentimentos a artefatos que documentam a experiência humana” [1].

Pré-história

As pinturas nas cavernas de Lascaux por volta de 14.000 aC e o nascimento da linguagem escrita por volta do terceiro ou quarto milênio aC são marcos significantes na história do design gráfico e outras áreas derivadas.

O Livro de Kells é um exemplo de design gráfico nos estágios iniciais. É um manuscrito dos Evangelhos do Novo Testamento, ilustrado com desenhos ornamentais por monges celtas por volta do ano de 800 AD.

A Invenção Da Impressão

Durante a dinastia Tang (618-907) entre os séculos IV e VII AD, blocos de madeiras eram cortados para imprimir em tecidos e mais tarde em textos budistas. Uma escritura budista impressa em 868 é a versão mais antiga conhecida de um livro impresso. Começando no século XI, pergaminhos mais longos e livros foram produzidos usando impressoras de tipos móveis e disponibilizados com maior facilidade durante a dinastia Song (960-1279) [2]. Por volta de 1450, Johann Gutemberg aperfeiçoou a impressora de tipos móveis e com isto, os livros se tornaram mais populares e mais fáceis de serem adquiridos na Europa. Aldus Manutius desenvolveu a estrutura do livro, que acabaria por se tornar a fundação ocidental do design de publicação. Essa era no design gráfico é chamada de Era Humanista.

O Início do Design Industrial

Na Europa do século XIV, especialmente no Reino Unido, o movimento começou a separar o design gráfico da arte. Piet Mondrian é conhecido como o pai do design gráfico. Ele foi um artista, mas seu uso de grids inspirou o sistema moderno de grids usado hoje em anúncios, impressos e diagramações web [3].

Em 1849, Henry Cole se tornou um dos maiores nomes na educação de design no Reino Unido, informando o governo da importância do design no seu Journal of Design and Manufactures.

De 1892 a 1896, a Kelmscott Press de William Morris publicou os livros que são os mais importantes na área do design gráfico e de produto do movimento Arts and Crafts. Morris provou que existia uma mercado para os trabalhos de design gráfico e foi pioneiro na separação do design da produção e da arte. O trabalho da Kelmscott Press é caracterizada pela obsessão com estilos históricos. Este historicismo foi importante pois gerou uma reação à arte obsoleta do design gráfico do século XIX. O trabalho de Morris, juntamente com o resto do movimento Private Press, influenciou diretamente a Art Nouveau e é indiretamente responsável pelo desenvolvimento do design gráfico no início do século XX.

Design do Século Vinte

Walter Gropius, fundador da primeira escola de design do mundo: a Bauhaus.

O termo “design gráfico” foi originalmente criado por William Addison Dwiggins, um designer de livros americano no início do século XX.

Na década de 20, o construtivismo soviético aplicou a “produção intelectual” em diferentes esferas da produção. O movimento demonstrou como a arte individualista na Rússia revolucionária era inútil e mostrou o caminho em direção à criação de objetos para usos úteis (a forma segue a função).

Jan Tschichold escreveu um livro em 1982 chamado Nova Tipografia onde ditava os princípios da tipografia moderna. Mais tarde ele repudiou a filosofia do seu próprio livro, taxando-a de fascista, porém o mesmo continuou sendo uma forte influência. Tschichold, tipógrafos da Bauhaus como Herbert Bayer e Laszlo Moholy-Nagy, e El Lissitzky são considerados os pais do design gráfico moderno.

Nos anos seguintes, o design gráfico moderno ascendeu na sua aceitação e aplicação no mundo industrial. Uma economia crescente nos Estados Unidos pós-Segunda Guerra estabeleceu uma necessidade maior para o design, principalmente através da publicidade e da embalagem. A imigração da escola alemã de design Bauhaus para Chicago – EUA em 1937 trouxe um minimalismo produzido em massa para o país, espalhando o fogo do design e da arquitetura “moderna” no país.

Nomes notáveis no design moderno incluem Adrian Frutiger, que desenhou os tipos Univers e Frutiger, Paul Rand que de 1930 até sua morte em 1996 aplicou os princípios da Bauhaus na propaganda popular e no design de logos, ajudando a criar um visual diferente do minimalismo europeu, além de se consolidar como um dos principais pioneiros do subgênero do design gráfico conhecido como identidade corporativa, Walter Gropius que fundou a Bauhaus em 1919, entre outros.

Design

Denomina-se design qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato. Esse processo normalmente é orientado por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema.

Exemplos de coisas que se podem projetar incluem muitos tipos de objetos, como utensílios domésticos, vestimentas, máquinas, ambientes, e também imagens, como em peças gráficas, famílias de letras, livros e interfaces digitais de softwares ou de páginas da internet, entre outros.

Design é também a profissão que projeta os artefatos. Existem diversas especializações, de acordo com o tipo de coisa a projetar. Atualmente as mais comuns são o design de produto, design visual, design de moda e o design de interiores. O profissional que trabalha na área de design é chamado de designer.

Finalmente, o design pode ser também uma qualidade daquilo que foi projetado.

O termo deriva, originalmente, de designare, palavra em latim, sendo mais tarde adaptado para o inglês design. Houve uma série de tentativas de tradução do termo, mas os possíveis nomes como projética industrial que acabaram em desuso.

Design como profissão

Conquanto qualquer um possa projetar (a própria letra de mão de uma pessoa já é uma forma de expressão gráfica, por exemplo) o trabalho de profissionais especializados comumente apresenta grandes benefícios para o cliente, desde maior agilidade e prevenção de erros até um aprofundamento da concepção em si, que geralmente seria impossível para um leigo.

Algumas grandes empresas possuem departamentos próprios de design. Existe também uma grande quantidade de escritórios de design que prestam serviços à varejo.

Na posição de consultor externo, é importante para o designer compreender a realidade da empresa e quais objetivos ela almeja obter com o projeto. Para isso é utilizado normalmente o briefing. A partir disso o designer desenvolve o projeto, apresentando tantas vezes quanto necessárias estágios intermediários do desenvolvimento. Finalmente, a versão final é apresentada e aprovada pelo cliente — algumas vezes mais de uma opção dentre as quais o cliente escolhe, mas essa forma de trabalho não é muito bem vista. Depois o designer pode (a depender do contrato) ainda acompanhar o processo de manufatura ou impressão das peças e acompanhar os resultados do projeto de diversas formas.

Muitos designers se especializam. Dependendo dos objetivos do cliente, ele pode contratar uma diversa gama de profissionais, algumas vezes com perfis bastante diferentes. A atividade profissional algumas vezes chega mesmo a se confundir com outras áreas de atuação, como por exemplo as artes aplicadas, artes-plásticas, publicidade, marketing, a arquitetura, comunicação, engenharia, todo tipo de atividade produtiva. Especificar quais são essas relações pode ser muito difícil, e disputas entre as áreas são razoavelmente freqüentes com cores variadas.

Dentre as especializações do design mais comuns na atualidade se encontram:

Existem ainda atividades que se auto-identificam com a expressão “designer” mas sem qualquer relação com a atividade de projeto propriamente dita. Exemplos incluem hair designer (para cabeleireiro), cake designer (para confeiteiro), body designer (para tatuador).

Relações entre o design e a arte

O questionamento do caráter artístico do design é uma das questões que tradicionalmente mais preocupam os jovens que se deparam com os seus problemas conceituais pela primeira vez. A resposta mais simples à questão “o design é uma arte?” é “não“: design não deve ser chamado de arte, considerando a forma como a história da arte moderna e contemporânea encara o design. Isso porque a partir do século XIX o termo “arte” ganhou um sentido ideológico ligado a uma produção material individualista e transcendente, enquanto que o design defendia uma atividade funcional que atendesse à sociedade. No século XIX novas necessidades sócio-económicas levaram a uma separação nas atividades ditas artísticas, havendo a partir daí uma diferenciação gradual, mas bastante evidente, entre designers e artistas plásticos.

É importante entendermos que “arte” não precisa ser um termo restritivo ligado a qualquer atividade profissional. E. H. Gombrich, famoso historiador de arte, procurava em sua obra não produzir uma leitura relativista da arte, daí a afirmar que “nada existe realmente a que se possa dar o nome de Arte“. Ou seja, arte é um valor, e não um fenômeno da natureza. Qualquer coisa pode ser chamada de arte desde que alguém a considere assim, não precisa ter sido feito por um artista plástico, ou um designer.

Porém, outro historiador da mesma geração que a de Gombrich, o italiano Giulio Carlo Argan, propõe uma visão mais abrangente da arte moderna, entendendo-a como momento de reavaliação de si mesma em sua crise histórica, considerando aí os vários campos do design (como a arquitetura, o urbanismo e o design em si mesmo) como manifestações artísticas legítimas da modernidade. Vale ressaltar, porém, que com a reestruturação do consumo de massas no período pós-moderno, assim como junto de um processo de fetichismo acentuado da produção industrial, novas definições epistemológicas do design são necessárias, fatalmente afastando-o consideravelmente da arte contemporânea. Já o designer norte-americano Henry Dreyfuss procurava desenvolver um design voltado para a funcionalidade e segurança do produto.

Mas como a forma usual da palavra “arte” tem sido, muitas vezes, ideologicamente restritiva, não há interesse por parte dos designers de se sujeitarem às ideologias de outras áreas. Isso se deve ao facto de existirem várias ideologias que desvalorizam o design e a reprodução técnica.

O problema etimológico

Em inglês, a palavra design pode ser usada tanto como um substantivo quanto como um verbo. O verbo refere-se a um processo de dar origem e então desenvolver um projeto de algo, que pode requerer muitas horas de trabalho intelectual, modelagem, ajustes interativos e mesmo processos de re-design. O substantivo se aplica tanto ao produto finalizado da ação (ou seja, o produto de design em si), ou o resultado de se seguir o plano de ação, assim como também ao projeto de uma forma geral.

O termo inglês é bastante abrangente, mas quando os profissionais o absorveram para o português, queriam designar somente a prática profissional do design. Era preciso, então, diferenciar design de drawing (ou seja, o projeto diferente do desenho), enfatizando que a profissão envolvia mais do que a mera representação das coisas projetadas. Na língua espanhola também existe essa distinção: existem as palavras diseño (que se refere ao design) e dibujo (que se refere ao desenho).

Estudos etimológicos de Luis Vidal Negreiros Gomes indicam que também no português existiam essas nuances de significado, com as palavras debuxo, esboço e outras significando o mesmo que debujo e desenho comportanto toda a riqueza de significados do diseño. O arquiteto brasileiro João Batista Vilanova Artigas, em um ensaio intitulado O desenho, faz referências ao uso durante o período colonial da palavra desenho com significado de desejo ou plano.

Na Bauhaus, adotou-se a palavra Gestaltung, que significa o ato de praticar a gestalt, ou seja, lidar com as formas, ou formatação. Quando traduzida para o inglês, adotou-se “design”, já usada para se referir a “projetos”.

No Brasil, com a implementação do primeiro curso superior de design, por volta da década de 50, adotou-se a expressão “desenho industrial“, pois à época era proibido o uso de palavras estrangeiras para designar cursos em universidades nacionais. O nome “desenho industrial” foi assim pensado porque refere-se à prática de desenhar, esboçar e projetar algo que será reproduzido posteriormente em escala industrial. A disputa por uma nomenclatura para a profissão se estendeu por décadas. Atualmente tanto a legislação do MEC para cursos superiores, quanto várias associações profissionais usam o termo design, por entenderem que este sintetize melhor a essência da prática profissional, além se ser uma palavra menor e que já faz parte do saber popular.

Contudo, no Brasil, a nomenclatura “desenho industrial” mantém-se em uso atualmente, sobretudo entre os cursos de design em instituições públicas de ensino superior. Porém o termo “desenhista industrial“, já não segue o mesmo rumo, pois cada vez mais cai no desuso, dando lugar ao termo inglês “designer“.

O já citado Vilanova Artigas tentou resolver a questão propondo a palavra desígnio como sendo a tradução correta de design, pois dessa forma, este apresentaria diferenças do simples “desenho”. Apesar de ser desenho, o design possuiria algo mais: uma intenção (ou desígnio). Entretanto, apesar das pesquisas realizadas pelo arquiteto, sua proposta não foi adotada. Porém, Artigas considera legítimo também o uso da palavra “desenho” como tradução de design, devido ao seu contexto histórico: Artigas explora os significados da palavra desenho e vai até o Renascimento, quando o desenho possuía um conteúdo mais abrangente que o mero ato de rabiscar.

Outra proposta de nomenclatura era o neologismo projética, proposto por Houaiss, que também não foi adotada.

O uso da palavra em outros contextos

Na filosofia o substantivo abstrato design refere-se a objetividade, propósito, ou teleologia. O conceito é bastante moderno, e se interpõe entre idéias clássicas de sujeito e objeto. O design é então oposto a criação arbitrária, sem objetivo ou de baixa complexidade.

Recentemente o termo passou a ser empregado em discussões religiosas, quando foi proposta uma lei que obrigaria as escolas americanas a apresentar o argumento do design inteligente como uma alternativa à teoria da seleção natural de Darwin. O argumento sustenta que alguns aspectos do universo e da vida são complexos demais ou perfeitos demais para se originarem sem uma inteligência criadora.

No Brasil, os desenhos industriais tem a proteção regulamentada na Lei 9.270/96 mais precisamente no art. 94. É importante ressaltar que deve ser um resultado visual novo para que tenha a referida proteção na legislação brasileira.

Deu saudade de postar… mas não sei o que escrever.

Ninguem tem acessado meu blog mais… apenas pessoas em busca de notícias geralmente… como do caso Eloá…

Mas apenas leem os posts sobre os casos… ninguém fica lendo outras coisas… se interessa por outras coisas… muito menos por quem eu sou… o coisas do tipo.

Confuso tudo isso, ne? Heheh

Crise de existencia… hihihihih

Quero logo fazer outro blog… ainda nao sei onde… um blog onde eu possa editar ao menos o layout… por em prática o que tenho aprendido no curso de Webdesign…

44196…

Que número grande, não??

Affonso Romano – Antes que eles Cresçam


Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.
Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maneira que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.


Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça…
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes e cabelos longos, soltos.


Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com uniforme de sua geração.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Principalmente com os erros que esperamos que não se repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos filhos.
Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.


Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueses e refrigerantes, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos.
Sim havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas “pestes”.
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade.


E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.

Affonso Romano de Sant’Anna

Os Grandes Pintores do Modernismo Brasileiro

Tarsila do Amaral (1886 – 1973)

Tarsila do Amaral, nasceu em São Paulo. Foi uma das principais figuras do Movimento Modernista Brasileiro, mas não participou da ‘Semana de Arte Moderna de 1922′, estava na Europa estudando.
Fez parte do ‘Grupo dos Cinco’ do qual fazia parte, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti del Pichia, Anita Malfatti.

Quadro ‘Abaporu’

Quadro ‘Antropofagia’


Tarsila foi a criadora do movimento ‘Pau-Brasil’ e ‘Antropofágico’, movimento que clamava por uma estética de cunho Nacionalista nas tendências que os brasileiros incorporavam dos movimentos artísticos vindos da Europa.
Sua obra foi marcada por cores vivas e alegres, técnica do cubismo, abordagem de temas sociais, do cotidiano e paísagens do Brasil.

Quadro ‘Operários’

Quadro ‘Religião Brasileira’
Quadros, Obras de Tarsila do Amaral:

A Feira
A gare
A Negra
A Lua
Abaporu
Anjos
Antropofagia
Auto-Retrato
Carnaval em Madureira
Cartão Postal
Chapéu Azul
Coração de Jesus
EFCB
Estudo (Nú)
Manacá
Manteau Rouge
Morro da Favela
O Lago
O Mamoeiro
O Ovo
O Pescador
O Sono
Operários
Paísagem com Touro
Pastoral
Pátio com Coração de Jesus
Religião Brasileira
Retrato de Oswald de Andrade
Retrato de Tarsila do Amaral
São Paulo
São Paulo (Gazo)
Sol Poente
Vendedor de Frutas

Site oficial Tarsila do amaral , Com o catálogo de toda a obra de Tarsila e sua biografia
Arte que Encanta – Tarsila do Amaral

Di Cavalcanti (1897/1976)

Di Cavalcante Nasceu no Rio de janeiro, foi pintor, ilustrador e caricaturista, desenhista de jóias, tapetes e painéis. ‘A Semana de Arte Moderna de 1922′ foi idéia sua.

Quadro ‘Cinco Moças de Guaratinguetá’


Seus temas favoritos foram os temas nacionais e populares, como favelas, operários, soldados, marinheiros, figuras de belas negras e festas populares. Sua arte tem uma abordagem sensual e tropical.

Quadro ‘Mulata de Vestido Verde’


Quadro ‘Aldeia de Pescadores’

Quadro ‘Carnaval’


Ao longo de sua carreira recebeu muitos prêmios importantes como o de ‘melhor pintor brasileiro’ na bienal de São Paulo de 1953 e uma medalha de ouro por sua exposição na França, entre tantos outros prêmios.
Os amigos que tiveram o privilégio de conviver com Di Cavalcante, dizem que ele era um boêmio e romântico que teve incontáveis mulheres. A vida para Di Cavalcante era uma constante alegria e celebração.

Quadro ‘Mulheres, Flores e Araras’


Quadro ‘Baile Popular’


Quadro ‘Mulheres com Frutas’


Quadros de Di Cavalcante:

Década de 20

Retratos de Maria
Pierret
Pierrot
Samba
Samba
Mangue
Cinco Moças de Guatinguetá
Feiteceiro
Serenata
Estudo de Painel
Gafieira
Grupo de Ciganos
Operário
A mulher e o Caminhão
Cabeça de mulata
Elegância
Gala
Josephine Baker
Mangue
Maternidade
Melindrosa
Menina de Guatinguetá
Modelo no atelier
Mulatas
Mulher Sentada
Nu
O Beijo
O Remador
Pirret
Pierro, Arlequim e columbina
Sonho de Valsa
Seresta

Década de 30

Mulheres com Frutas
Família na Praia
Vênus
Mulheres de Pescadores
Nu Deitado
Ciganos
Moleque
A Carta
Favela
Paísagem Colonial
Vilarejo
A Sesta
Baia de R.S.A
Fazendola
Gasometro
Marroquinas
Vênus
Menina do circo
Mulata com Leque
Nu Deitado
O Sonho
Operários
Paísagem de Subúrbio
Paísagem Urbana
Paquetá
Peixes
Pescador Galego
Pescadores No Porto
Recife
Rosalina Coelho Lisboa
Vasos de Copos de Leite

Década de 40

Mulheres Protestando
Nascimento de Vênus
Scene Bresiliense
Arlequins
Carnavalescos
Colonos
Figuras
Gafieira
Moças no Vilarejo
Bordel
Auto-retrato
Carnaval
Abigail
Composição
Domingo na Praia
Natureza Morta
Noêmia
Pagu
Pescadores I
Pescadores
Moça Sentada
Primavera
Paísagem Marítima
Desenho

Década de 50

Desembarque de Colonizadores
Cangaceiro
Favela do Rio de Janeiro
Aldeia de Pescadores
Cena do Porto
Três Mulatas
Mulatas Com Pássaros
Mulher
Natureza Morta com Peixe
Nu e figuras
Paquetá
Retrato de nize
Mulher
Mulher
Pescadores
Retrato de Beryl

Década de 60/70

Mulata com Pássaro
Ivette
Tempestade
Rio de Janeiro Noturno
Tempos Modernos
Onde eu estaria Feliz
Duas Mulatas
Mulatas e Pomba
Baile Popular
Músicos
Duas Mulatas
Brasil 4 fases I
Brasil 4 fases II
Linha de Produção
Arlequins
Figuras Carnavalescas
Samba
São João
Carnaval I
Carnaval II
Baile na Roça
Festa do bumba-meu-boi
Três Personagens com Gato
Festa no Interior
Folia
Frutas
Garota de ipanema
Inconfidência
Independência
Mulata Com Bouquet
Mulata com Gato
Mulata de Vestido Verde
Mulata na Janela
Mulata e Flor
Mulatas pronta para o baile
Mulheres
Mulheres e Peixe
Mulheres e Pomba
Mulheres, Flores e arara
Natal
Natureza Morta

Biografia de Di Cavalcante
Catálogo Geral de Obras de Di Cavalcant

Cândido Portinari (1903/1962)

Cândido Portinari era filho de imigrantes Italianos, nasceu em São Paulo numa fazenda de café, Santa Rosa.
Mesmo sendo de familia muito humilde, e cursado apenas o primário, seu dom artístico foi manifestado na infância, aos 6 anos de idade.
Aos nove anos participou dos trabalhos de restauração da igreja de Brodowski, ajudando os pintores Italianos, mais tarde desenhou o retrato de Carlos Gomes.
Aos 15 anos viajou para São Paulo para estudar no Liceu de Artes e Ofícios onde se matriculou na Escola Nacional de Belas Artes para estudar desenho e pintura.
Daí em diante foi uma trajetória de sucesso, prêmios e viagens ao estrangeiro.

Quadro ‘Favela’


Quadro ‘Menino com Pião’


Quadro ‘Frevo’


Cândido Portinari pintou cerca de cinco mil obras, que vão desde de pequenos esboços a gigantescos murais. Nenhum pintor brasileiro alcançou mais projeção internacional do que Portinari.

Quadro ‘Os Retirantes’

Obras mais famosas de Cândido Portinari:

Favelas
Meio Ambiente
Colhedores de café
Mestiço
O Lavrador de Café
O Sapateiro de Brodósqui
Menino com Pião
Lavadeiras
Grupos de Meninas brincando
Menino com Carneiro
Cena Mural
A primeira Missa no Brasil
São Francisco de Assis
Tiradentes
Os Retirantes
Futebol
O Sofrimento de Laio
Retirantes e Criança Morta

Biografia de Cândido Portinari
Site Oficial do Projeto Cândido Portinari, Contém o catálogo com toda a obra de Portinari e sua biografia

O Cérebro Humano – Show de Bola!

O cérebro humano é particularmente complexo e extenso. Ele é imovel e representa apenas 2% do peso do corpo, mas, apesar disso, recebe aproximadamente 25% de todo o sangue que é bombeado pelo coração. Se divide em 2 metades, o hemisfério esquerdo e o hemisfério direito. O seu aspecto se assemelha ao miolo de uma noz. É um conjunto distribuído de milhares de milhões de células que se estende por uma área de mais de 1 metro quadrado dentro do qual conseguimos diferenciar certas estruturas correspondendo às chamadas «áreas funcionais», que podem cada uma abranger até um décimo dessa área.
O hemisfério dominante em 98% dos humanos é o hemisfério esquerdo, é responsável pelo pensamento lógico e competência comunicativa. Enquanto o hemisfério direito, é responsável pelo pensamento simbólico e criatividade. Nos canhotos as funções estão invertidas.


Veja como nosso cérebro ler

De aorcdo com uma peqsiusa

de uma uinrvesriddae ignlsea,

não ipomtra em qaul odrem as

Lteras de uma plravaa etãso,

a úncia csioa iprotmatne é que

a piremria e útmlia Lteras etejasm

no lgaur crteo. O rseto pdoe ser

uma bçguana ttaol, que vcoê

anida pdoe ler sem pobrlmea.

Itso é poqrue nós não lmeos

cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa

cmoo um tdoo.

Sohw de bloa.

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia
corretamente o que está escrito.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4

M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R

CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O!

NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45

N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O

CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M

PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R

B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3!

P4R4BÉN5!

Fotos Carnaval Carioca

Mangueira falou sobre a formação cultural do povo brasileiro, destacando o folclore

Mangueira falou sobre a formação cultural do povo brasileiro, destacando o folclore

 

Alegoria da Mangueira

Alegoria da Mangueira

 

Integrantes do Salgueiro

Integrantes do Salgueiro

Integrante em frente ao símbolo da escola

Integrante em frente ao símbolo da escola

Carro da Portela

Carro da Portela

Portela, Mangueira e Salgueiro se destacam na 2ª noite do carnaval carioca

Escolas tiveram as maiores notas em enquete com telespectadores da TV Globo.
Porto da Pedra, Imperatriz Leopoldinense e Viradouro também desfilaram.

A última noite do carnaval carioca foi dominada pelas escolas Portela, Mangueira e Salgueiro, segundo enquete realizada com telespectadores da TV Globo. A Portela, que cantou lendas e histórias de amor na avenida, ficou com a nota 9,7, contra 9,5 da Mangueira e 9,4 do Salgueiro.

 

Veja imagens do segundo dia de desfiles no Rio

 

As outras escolas da noite foram Imperatriz Leopoldinense, Viradouro e Porto da Pedra. A enquete da primeira noite, mais disputada, indicou empate entre Império Serrano, Grande Rio, Mocidade e Beija-Flor, com nota 9,1.

 

Imprima tabela e dê nota aos desfiles

Conheça os enredos das escolas do RJ 
 

Os desfiles da segunda noite do Grupo Especial ocorreram sem maiores problemas. Nenhuma escola desrespeitou o limite de tempo nos desfiles, apesar de incidentes que atrapalharam a Porto da Pedra. A apuração das escolas de samba do Rio de Janeiro acontece na quarta-feira (25), às 15h.

 

 

 Porto da Pedra

Primeira escola a desfilar na segunda noite, a Porto da Pedra enfrentou problemas com o carro abre-alas e cruzou a avenida no limite do tempo permitido: 82 minutos.

Batizado de “Expulsão do paraíso”, o carro trouxe Grace Kelly, mais conhecida como Mulher Maçã, em referência à tentação que levou Adão e Eva a cometerem o “pecado original”. Durante o desfile, algumas alegorias se separaram do carro, o que pode prejudicar a escola.

 

Fotos do desfile da Porto da Pedra

 

Veja vídeos da Porto da Pedra

 

 Salgueiro

 

O Salgueiro, vice-campeão de 2008, foi a segunda agremiação a desfilar.
A rainha de bateria da escola, Viviane Araújo, machucou o ombro durante o desfile, mas o incidente não prejudicou seu desempenho.

 

O tambor foi o instrumento de percussão escolhido para dar nome ao enredo do Salgueiro, a cargo do carnavalesco Renato Lage.

A escola desfilou com uma corte africana na Avenida, entre sacerdotes, rainhas e muitas divindades evocadas pelo som do batuque.

 

Fotos do desfile do Salgueiro

 

Veja vídeos do Salgueiro 
 

 Imperatriz Leopoldinense

 

A Imperatriz resgatou as origens do samba carioca em seu desfile.

O enredo “Imperatriz…. só quer mostrar que faz samba também!” foi marcado pela volta do intérprete Paulinho Mocidade, que estava afastado havia alguns anos.

 

A escola aproveitou os festejos do seu cinquentenário para levar para a Avenida suas origens, histórias e personagens, revivendo com o público desfiles marcantes, que coroaram a comunidade verde-e-branca. Ramos, no subúrbio do Rio,foi o grande homenageado pela escola, sob o comando da carnavalesca Rosa Magalhães.

 

Fotos do desfile da Imperatriz Leopoldinense

 

Veja vídeos da Imperatriz Leopoldinense

 

 Portela

 

A Portela entrou na avenida à 1h47, em desfile que durou 81 minutos.

Com 39 alas, 7 alegorias e 4.200 componentes, a escola contou na Avenida histórias literalmente apaixonantes.

 

O principal carro foi o abre-alas, que levou a tão esperada águia da Portela, com cerca de 25 metros de comprimento. 

 

A rainha de bateria Luma de Oliveira, afastada há três anos da Passarela do Samba, voltou à frente dos ritmistas da Portela. Luma foi rainha de bateria de diversas escolas entre 1987 e 2004.

 

Fotos do desfile da Portela

Veja vídeos da Portela 
 

 Mangueira

 

Quinta escola a desfilar na última noite do carnaval carioca em 2009, a Mangueira encerrou sua participação retratando a identidade do povo brasileiro. Em 2008, a escola ficou em 10º lugar.

A Mangueira abriu seu desfile representando várias culturas do país. O folclore foi o tema da Comissão de Frente da escola Verde e Rosa, comandada por Janice Botelho. Ela substituiu Carlinhos de Jesus, que esteve na função por 25 anos. 

 

Fotos do desfile da Mangueira

 

Veja vídeos da Mangueira
  

 Viradouro

 

A Viradouro entrou com o enredo “Vira-Bahia, pura energia”, exaltando o meio ambiente e os combustíveis “verdes”, como o biodiesel.

 

A escola não usou nas fantasias ou no acabamento das alegorias materiais como búzios, palha da costa ou ráfia. A primeira alegoria mostrou o encontro do céu com a terra – ou o Orum com o Ayiê, na linguagem iorubá, como cita o samba-enredo da Viradouro.
A atriz Isabel Filardis e Nana Gouvêa foram alguns dos destaques da escola.

 

Fotos do desfile da Viradouro

Veja vídeos da Viradouro

Ai que lindo!!!! Olha a obra de arte da Ro::

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